GO UP MOVEMENT BODY SUSPENSION TEAM !!!

Para começar, me  falem  sobre o surgimento da GO UP!
A Go Up movement surgiu em meados de 2006, idealizado pelo piercer Eduardo Bez e por Marina Tavares, com intuito de reunir pessoas interessadas em suspensão corporal. Na época, era só uma nomenclatura para um grupo que tinha ideais parecidos com o de outros grupos já existentes, que, para minha surpresa, descobri depois. A ideia era simples: reunir pessoas numa determinada data e num ambiente tranquilo. Foi neste período que foram surgindo pessoas que contribuíram bastante para consolidação da GO UP Movement. Tive o prazer imenso de conhecer e poder “trabalhar” com Valnei (PE) Jabu (DF) nesta época, entre outros profissionais importantes para este movimento, que de fato sou muito grato.

Quando e por que surgiu a ideia desse movimento?
A idéia mesmo surgiu 2005. Quando estava em São Paulo, fui convidado a ver a suspensão de um brother, o “Mineiro”, executada pelo Snoopy. Este foi meu primeiro contato. Quando cheguei a Brasília, comecei a pesquisar e adquirir o equipamento para suspensão. Minha primeira “vitima” foi uma amiga, Narmada Sugasti. Fizemos uma vaquinha e adquirimos o material. Foi mais ou menos nesta época que começamos a falar, lembra Valnei? Neste mesmo período tive a oportunidade de conhecer outros suspenders e foi possível aprender muita coisa boa. Não me considero um suspender, mas há uma satisfação imensa em ver a relação da suspensão corporal com a arte de adornar o corpo. Para mim, a finalidade é a mesma: ter o corpo como suporte da arte e o aprender é o mais importante.

A GO UP é claramente uma junção de várias artes e variados artistas, como é essa mescla de pessoas envolvidas?
A GO UP tem como objetivo, também, difundir a Body Art no contexto geral, por isso busco fazer parcerias com os artistas. E naturalmente vão aparecendo artistas que retratam em suas obras a Body Art e o resultado é este: música, imagens, foto, cênicas. Tudo isso compõem esse mix, que é a GO UP Movement.

Quantos integrantes existem na GO UP de Brasília? Vocês se resumem apenas a Brasília, ou existem pessoas em outros estados que também participam?
 Valnei, francamente não posso dizer quantos integrantes existem hoje na GO UP. Tenho dificuldade, até mesmo porque a cada encontro, cada evento e cada suspensão realizada pela GO UP, considero  que sempre surge mais um  integrante. A GO UP está em BSB, GO, SP, BH, PE. Esqueceu, você é GO UP, Valnei (risos).

Para vocês, como é a cena de suspensão humana  no Brasil, estamos crescendo ou regredindo?
O que  mais se vê são surpenders aparecendo nos meios de comunicação, em matérias explicativas, empresas de publicidade interessadas em utilizar a suspensão em seus projetos de mídia, produção de eventos, como o Inter_hook (SP), Hurt Fest (BH), Body Pleasures (DF) a FRRRKguys Party (SP). A cada dia, mais pessoas procuram difundir de forma positiva a cena da suspensão corporal, em galerias de arte, em publicidade, enfim, tudo isso me deixa feliz da vida e por isso tenho certeza de que estamos crescendo sim.
 
Quais os maiores problemas que vocês acham que existem e que atrapalham uma projeção maior no cenário de suspensão humana no Brasil?
 Francamente, para mim, o problema não existe. Nós que o criamos quando deixamos de nos comprometer com aquilo que cremos e vivemos! Aí que está o problema. Cara, a suspensão corporal estava na virada cultural de São Paulo (ps. eu não fui… risos), nas manchetes de todos os jornais do país e do mundo. Quer maior projeção que essa? E de forma positiva!
Casas que aceitam os projetos para realização dos eventos, áreas verdes, árvores lindas para suspender. Enfim, problema?
Velho, parabéns pela sua INICIATIVA.

Pelo que vejo, boa parte das pessoas envolvidas na GO-UP são de piercers. Infelizmente, hoje em dia, vejo muita gente séria, parando de trabalhar com piercer devido à banalização do mercado. Como vocês veem o futuro deste profissional no Brasil?
 
Valnei, sou um cara realizado profissionalmente. Para mim, ser piercer, não caiu de pára-quedas na minha vida. Amo o que faço e por isso me sinto abençoado.
Portanto, acredito que a banalização do piercer cresce, porque o próprio piercer banaliza seu trabalho. E isso acontece, a meu ver, de várias formas: quando não se respeita as normas existentes com relação à legislação, à parte sanitária, e também à parte técnica. O piercer tem sempre que estar buscando atualizar-se para não ficar para trás e valorizar seu trabalho e se auto valorizar.

Em relação à desvalorização do piercer, acham que esse quadro pode ser revertido de alguma forma?
Sim, pode. A reversão do quadro se daria pela auto valorização, pela busca constante de “conteúdo”. Assim, o piercer vai poder valorizar ($$$) muito mais o seu trabalho. Mas enquanto o piercer não vestir a camisa, o quadro vai continuar sendo como é. “Gente que fura”, tem um monte, mas piercer que se assume profissionalmente está ficando raro. Triste, mas real.

Vejo vocês organizando e  envolvidos em algumas festas como forma de divulgação da GO UP e da suspensão humana, me fale sobre essas festas e os objetivos delas.
Por ter uma visão ampla e diversificada da Body Art, decidimos criar eventos para divulgar a cena, tanto da suspensão corporal, quanto das outras vertentes da art corporal. A primeira criação da GO UP Movement foi a “BODY PLEASURES”, que foi demais e com grande sucesso de público. Foi onde aconteceu o primeiro contato pessoal feito com T.angel  e Dark Freak, que nos trouxe de presente a performance “NARCISUS” e uma coletiva de arte Art.ficial – Nomade, além de uma exposição fotográfica feita pelo Frank. A suspensão corporal rolou até  5 horas da manhã, todas realizadas em alto grau de excelência pela equipe da GO UP Movement. Tudo regado pelo bom e velho rock and roll, e quem marcou presença na sonoridade foi a Virg. Burlex.
Outro projeto da GO UP MOVEMENT, foi a “Suspension Day”. Teve como objetivo proporcionar a experiência da suspensão corporal para pessoas que nunca “subiram”.
O evento foi dividido em duas partes. Na primeira, aconteceram as suspensões, foram cinco no total. Já na segunda parte, foi a festa propriamente dita, com as suspensões performáticas feitas pela equipe da GO UP Movement, exposição fotográfica por Frank Carvalho e muito, mas muito rock and roll.


 
Espaço aberto a vocês, fiquem a vontade:
Vou usar este espaço então para mandar um “salve” para todos que eu lembrar e me desculpem aqueles que eu esquecer, tenho direito, pois sou sequelado (risos).
A Deus, o poder superior (valeu Deus!); ao Isaac, Flávia e Satya, minha famila, que já me respeitam e entendem meu trabalho, ou tentam né?; à “equipe” GO UP Movement, k. Pirez, Dark, Régis … vamos nessa galera!! T. Angel, amigão; Cabelo e Miguel (HURT FEST – BH); Boreu, Buderdegão, Manga, Malaquias, Luciena, Luara e Mond, pela vibe sempre!! Frank Carvalho, Flora, Tessia Galvão, Rami e Liths Mitts, Claudinho, Dany Zuya, Guga Baygon, Cabeça de Meia, brother!!! Da Cruz e Lico, sempre apoiando. Valeu!!! Thiago (moderno e primitivo – Gyn), Boscox & Alice, kell Kill , Paulão , Lilian e Amanda Gomez, com as correções do meu português errado.
E vamos nessa, Valnei. Obrigado pelo convite. Agradeço também a todos que estão contribuindo para o INTER_HOOK.

GO UP MOVEMENT BODY SUSPENSION TEAM

Contatos:

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=1552348035165942584

OBS: Alguns nomes não foram ligados a links, por que não foram encontrados facebooks, ou algo que ligasse o nome a algum link, caso seu nome apareceu e não foi ligado a algum link, envie o link desejado que colocaremos com o maior prazer!!!

~ por vidasuspensa em 9 de Março de 2011.

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